Banner 300 x 250
Banner 250 x 250

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

INJEÇÃO CONTAMINADA MATA PELO MENOS 11 PESSOAS

Pelo menos 11 mortes foram relatadas nos Estados Unidos entre os 119 casos de meningite fúngica. De acordo com um último balanço divulgado nesta terça-feira (9), o problema surgiu depois de injeções de esteroides contaminados. A informação anterior dos Centros Federais de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dava conta de 105 casos, incluindo oito mortes. Até 13 mil pessoas podem ter recebido essas injeções peridural para tratamento de dor nas costas entre 21 de maio e 24 de setembro, indicou à AFP Curtis Allen, porta-voz do CDC, ressaltando que "apenas um pequeno número deve ficar doente". Dez estados foram afetados por esta epidemia de meningite. O Tennessee apresentou o maior número de casos (39), seguido de Michigan (25), Virginia (24) e Indiana (12). Outros casos foram detectados na Flórida, Maryland, Minnesota, Ohio e Nova Jersey. O CDC pediu que os médicos entrassem em contato com todos os pacientes que receberam doses desses esteroides contaminados, comumente usados para tratar dor nas costas, a partir de 21 de maio, em mais de 20 estados. A meningite fúngica, que não é contagiosa, ataca a membrana protetora que envolve o cérebro e a medula espinhal. Esta é uma infecção rara e que muitas vezes é detectada tarde demais. Passa despercebida no início, já que seus sintomas são semelhantes aos de uma gripe simples. As autoridades de saúde americanas anunciaram que descobriram um fungo em uma amostra deste esteroide produzido pela empresa farmacêutica New England Compounding Center, com sede em Massachusetts (nordeste). A empresa anunciou o recall de todos os produtos e suspendeu suas operações. Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/afp/2012/10/09/meningite-fungica-mata-11-pessoas-nos-eua.htm

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

FARMACÊUTICO DE PLANTÃO: MEDICAMENTOS PARA DOENÇA PULMONAR

SUS disponibiliza medicamentos para Doença Pulmonar Crônica

O Ministério da Saúde vai incorporar ao Sistema Único de Saúde (SUS) medicamentos para tratar os sintomas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), que afeta cerca de cinco milhões de brasileiros. Na lista, estão budesonida, beclometasona (corticoides inalatórios), fenoterol, sabutamol, formoterol e salmeterol (broncodilatadores).  Atualmente, esses medicamentos já estão disponíveis no SUS para outras finalidades, como tratamento da asma. Agora, eles poderão ser indicados também para a DPOC, que acomete os pulmões e atinge, principalmente, ex-fumantes. A rede pública de saúde terá até 180 dias para disponibilizar os produtos. Além disso, serão incluídas na lista outras linhas de cuidado para tratar a doença, como a vacina contra influenza, por exemplo.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a iniciativa mostra o acerto no processo de inclusões da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), a fim de ampliar o acesso da população aos medicamentos gratuitamente. “A DPOC é uma doença frequente, que afeta boa parcela dos brasileiros. A medida permitirá a melhora na qualidade de vida dos pacientes, além de contribuir para a economia nas finanças  das famílias”,   afirmou.

A DPOC está relacionada ao tabagismo e à exposição passiva ao fumo, à poeira e à poluição. A doença causa falta de ar, fadiga muscular e insuficiência respiratória. Sua prevalência ocorre principalmente em adultos acima de 40 anos (15,8%) e é apontada como uma das principais causas de mortalidade no Brasil.

De acordo com dados do Ministério da Saúde , o número de mortes aumentou 12% em cinco anos. Em 2005, foram registradas 33.616 e, em 2010, 37.592. Ano passado, as internações chegaram a 116.707 casos. Até julho de 2012, já foram notificadas 57.881 internações, que custaram R$ 45,1 milhões ao governo federal.

Protocolo – Para nortear uma assistência médica e farmacêutica efetiva e de qualidade quanto ao tratamento da doença, o Ministério da Saúde está elaborando um protocolo clínico para a DPOC. O objetivo é estabelecer critérios de diagnóstico de doenças, de análises de tratamentos com os medicamentos e doses adequadas, criar mecanismos para o monitoramento clínico quanto à efetividade do tratamento e supervisão de possíveis efeitos adversos e para a garantia da prescrição segura e eficaz. De acordo com o MS, o documento já passou por consulta pública e, após contribuições, será publicada portaria para criação do protocolo.

Com Assessoria de Imprensa – Ascom/MS

MEDICAMENTOS PARA DOENÇA PULMONAR

SUS disponibiliza medicamentos para Doença Pulmonar Crônica O Ministério da Saúde vai incorporar ao Sistema Único de Saúde (SUS) medicamentos para tratar os sintomas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), que afeta cerca de cinco milhões de brasileiros. Na lista, estão budesonida, beclometasona (corticoides inalatórios), fenoterol, sabutamol, formoterol e salmeterol (broncodilatadores). Atualmente, esses medicamentos já estão disponíveis no SUS para outras finalidades, como tratamento da asma. Agora, eles poderão ser indicados também para a DPOC, que acomete os pulmões e atinge, principalmente, ex-fumantes. A rede pública de saúde terá até 180 dias para disponibilizar os produtos. Além disso, serão incluídas na lista outras linhas de cuidado para tratar a doença, como a vacina contra influenza, por exemplo...

domingo, 16 de setembro de 2012

O BENEFÍCIO DA PIMETA

A pimenta pode ajudar a reduzir o colesterol e a acelerar o metabolismo, dizem os pesquisadores da PUC-RS Envolta por algumas verdades pouco conhecidas e muitos mitos, a pimenta detém uma série de propriedades benéficas para a saúde. Quem aprecia seu ardor leva, de quebra, redução do colesterol, aceleração do metabolismo e liberação de endorfinas, para ficar em três das vantagens mais atraentes do seu consumo. Tudo por causa da capsaicina, substância responsável pela sensação de queimação na boca e pelo calor e suor que sobem pelo corpo. Ela está presente em pimentas do gênero Capsicum, o que engloba algumas das mais conhecidas, como malagueta, dedo-de-moça, tabasco, jalapeño, cambuci, caiena e pimenta-de-cheiro....

domingo, 9 de setembro de 2012

ESSA VOCÊ NÃO PODE PERDER.

CompraFacil.com
FORMAS DE PAGAMENTO:
Cartão de crédito, transferência eletrônica ou boleto bancário.
Regulamento
Ofertas válidas somente entre os dias 07, 08 e 09/09 até às 23h, ou enquanto durarem nossos estoques. Aceitamos Visa, Mastercard, Diners, American Express, Hipercard, Redeshop Crédito com pagamento em até 10x sem juros com parcela mínima de R$29,90.
Para receber com sucesso nossas ofertas, é importante adicionar nosso email oferta@comprafacil.com.br em sua lista de contatos.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

FARMANGUINHOS - FIOCRUZ NA ÁFRICA

No último sábado (21/07), o governo brasileiro, por meio de Farmanguinhos, iniciou as operações da Sociedade Moçambicana de Medicamentos (SMM) - fábrica de antirretrovirais e outros medicamentos de Moçambique. A unidade fabril é a primeira instituição pública no setor farmacêutico do continente africano. Localizada na cidade da Matola, província de Maputo, sul de Moçambique, as suas operações, nesta primeira fase, consistem na embalagem, armazenagem, controle de qualidade e distribuição do medicamento Niverapina. Foram rotulados 3.255 frascos de Nevirapina 200 mg, o que equivale a 195.300 unidades farmacêuticas. Também serão produzidos três antirretrovirais - Lamivudina+Zidovudina, Nevirapina e Ribavirina - num total de 226 milhões de unidades farmacêuticas por ano. Futuramente, outros serão incluídos na lista. A iniciativa faz parte do acordo de cooperação entre Brasil e Moçambique e deve beneficiar cerca de 2,7 milhões de pessoas que vivem com HIV/Aids naquele país. A diretriz estratégica de cooperação brasileira prioriza o fortalecimento da política de assistência farmacêutica de Moçambique. A tecnologia para desenvolvimento e produção dos medicamentos será transferida gradualmente por Farmanguinhos. Além dos antirretrovirais, há previsão de fabricar 21 tipos diferentes de medicamentos, entre os quais antibióticos, antianêmicos, anti-hipertensivos, anti-inflamatórios, hipoglicemiantes, diuréticos, antiparasitários e corticosteróides. A estimativa é que a fábrica produza cerca de 371 milhões de unidades farmacêuticas por ano, incluindo oito antirretrovirais e os demais medicamentos. Na cerimônia, para celebrar o início das atividades da fábrica, estiveram presentes representando o Brasil, o vice-presidente da República, Michel Temer, o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, o vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Jorge Bermudez, e o diretor de Farmanguinhos, Hayne Felipe. Do lado moçambicano, participaram o ministro da Saúde, Alexandre Manguele, o presidente do Conselho de Administração do Instituto de Gestão das Participações do Estado (Igepe), Apolínio Panguene, o presidente da SMM, Alcino Ndeve, e a diretora-executiva da SMM, Noémia Muissa.

Moçambique abre primeira fábrica de medicamentos contra Aids da África | Mundo: Diario de Pernambuco

Moçambique abre primeira fábrica de medicamentos contra Aids da África | Mundo: Diario de Pernambuco

COM A PARCERIA DE FARMANGUINHOS - FIOCRUZ, AFRICA INAUGURA PRIMEIRA FÁBRICA PÚBLICA DE MEDICAMENTOS

Moçambique será o primeiro país do continente africano a produzir medicamentos antirretrovirais genéricos contra a Aids, graças à ajuda do Brasil, que financiou parte da fábrica inaugurada neste sábado.O vice-presidente, Michel Temer, esteve presente na inauguração da fábrica neste sábado. "Hoje vemos o início da produção", declarou Temer. "Os medicamentos que eram fabricados no Brasil serão embalados aqui em Moçambique, serão certificados e distribuídos aos moçambicanos", acrescentou.A produção de comprimidos propriamente dita começará até o final do ano. As instalações, que já tinham sido visitadas pelo ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva em 2010, simbolizam "a excelente associação entre os povos brasileiro e moçambicano", afirmou Temer. A ideia desta fábrica foi lançada em 2003 e o presidente Lula - um grande defensor da aproximação do Brasil com a África, para onde viajou em 12 oportunidades durante seus dois mandatos- havia prometido que o governo brasileiro estaria comprometido com sua construção durante uma visita à ex-colônia portuguesa em 2008. Michel Temer discursa na inauguração da fábrica em Moçambique neste sábado (21) (Foto: AFP) O Brasil contribuiu com 23 milhões de dólares, aos quais se somaram 4,5 milhões de dólares da gigante da mineração Vale, que atua em Moçambique. O objetivo é reduzir a dependência de Moçambique em relação à comunidade internacional, que financia atualmente 80% da compra de medicamentos no país. Cerca de cem técnicos moçambicanos e outros funcionários estão sendo formados, principalmente no Brasil, para trabalhar na fábrica. O Brasil oferece acesso universal e gratuito aos antirretrovirais, uma política adotada em 1996 que tornou o país um dos pioneiros na produção de antirretrovirais genéricos, desencadeando intensos debates. Essa batalha começou em 2001, quando o então ministro da Saúde do governo de Fernando Henrique Cardoso, José Serra, ameaçou quebrar as patentes dos laboratórios. Após uma queda de braço com os Estados Unidos, que ameaçou levar o Brasil à Organização Mundial do Comércio (OMC), Brasília conseguiu uma redução substancial dos preços. Moçambique é um dos países do mundo mais afetados pelo vírus da Aids, com 2,5 milhões de moçambicanos, cerca de 12% da população, portadores do vírus da imunodeficiência adquirida (HIV). Mas apenas 291.000 pacientes são tratados com antirretrovirais. Alguns grupos farmacêuticos privados abriram pequenas unidades de produção de antirretrovirais no continente africano, mas a fábrica moçambicana será a primeira de caráter público que funcionará em grande escala.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

sábado, 7 de julho de 2012

Informação Pessoal
Informações Adicionais


quarta-feira, 4 de julho de 2012

UM BOM PRESENTE PARA SEU BOM AMIGO


sábado, 30 de junho de 2012

MEDICAMENTO PARA EMAGRECER. SERÁ?

FDA aprova emagrecedor nos EUA - CLORIDRATO DE LORCASERIN (BELVIQ)

Aprovação acontece depois de 13 anos sem a agência liberar medicamentos com esse objetivo; produto pode chegar ao Brasil este ano.
O FDA (Food and Drug Administration), agência que regulamenta medicamentos e alimentos nos Estados Unidos aprovou e liberou a venda de um novo medicamento para emagrecer. A droga é a primeira a ser aprovada com esse intuito em 13 anos, segundo informou o correspondente da BandNews FM em Nova York, Luiz Megale. O medicamento deve chegar ao Brasil para vendas no final deste ano ou começo de 2013.

Ainda de acordo com o jornalista, geralmente o FDA é rigoroso para aprovar emagrecedores, pois, em geral eles podem provocar doenças como o câncer e problemas de coração. Neste caso, entretanto, os riscos não foram altos. Os medicamentos chegaram a apresentar danos a animais, mas não em humanos.

Entretanto, duas ressalvas são feitas em relação ao produto, enfatizou Megale. “Primeiramente o medicamento será prescrito apenas para pacientes obesos mas que tenham algum outro problema relacionado à obesidade, como diabetes ou colesterol alto”, contou.

Além disso, “ele tem um efeito muito discreto naquilo que se propõe a fazer, que é a perda de peso. Em testes com centenas de voluntários, homens que pesavam cem quilos, depois de um ano, passaram a pesar 97 quilos. E eles associaram o uso do emagrecedor a dieta e exercícios físicos”, contou o colunista.
A aprovação, no entanto, animou laboratórios. Após o anúncio, as empresas passaram a pressionar o FDA para que libere seus próprios medicamentos.

segunda-feira, 14 de maio de 2012